FONTES INFANTARIA

  • Evolução Doutrinária

   A doutrina seguida pela infantaria foi regulada por diversos documentos. No início do Império, havia os regulamentos do Conde de Lippe e do Conde de Campo Maior (lorde Beresford), substituídos, em 1852, pelos sistemas de instruções de Bernardo Antonio Zagalo. No início da República foi adotado o “Regulamento Moreira César”, baseado em instruções portuguesas, que acabou trocado, em 1914, pelo “Regulamento de Exercícios para a Infantaria”, elaborado sob a influência dos “jovens turcos”. Do período da Missão Militar Francesa, merece destaque o “Regulamento para os exercícios e o combate da Infantaria”, de 1920/1921, revisto em 1932. A FEB seguiu manuais norte-americanos, como o FM 7-20: Infantry Battalion, que, por sinal,  serviu de base para a elaboração do manual de campanha “C 7-20: O Batalhão de Infantaria”, de 1953, revisado em 1974 e em 2003. Veja mais em livros/evolução doutrinária click  Acesse alguns manuais na Biblioteca Digital do Exército click  Acesse o "Regulamento de Exercícios para a Infantaria", de 1914 click  Acesse o "Regulamento de Exercícios e o combate da Infantaria", 1ª Parte1920 click  2ª Parte1921 click 

  • Documentos Oficiais

 

Arquivo Histórico do Exército: documentações diversas, entre as quais as que tratam do emprego da Infantaria em conflitos em que o Exército atuou, tais como a Guerra da Tríplice Aliança, Guerra do Contestado, Guerra de Canudos, II Guerra Mundial, etc. Não disponíveis via internet.

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Câmara dos Deputados: documentos legislativos que versam sobre modificações da estrutura organizacional do Exército Brasileiro e consequentemente das unidades da Arma de Infantaria.  Também há, em determinados períodos, transcrição de regulamento e normas de exercícios e emprego da Infantaria, que eram estabelecidos por meio de decreto. Disponíveis via internet.

Acesse a Câmara dos Deputados: click

 

The Center for Research Libraries: relatórios de ministros de estado e mensagens presidenciais/governadores. Neles, particularmente nos dos ministros da Guerra, há muitas informações sobre a Infantaria, relativas a variados temas. Disponíveis via internet. 

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Unidades de Infantaria e escolas militares: boletins, assentamentos de oficiais e praças, manuais diversos relativos ao adestramento e emprego da Arma, etc. Não acessíveis via internet.

 

 

  • Periódicos 


Academia Militar das Agulhas Negras:  “Revista da Escola Militar”, substituída em 1950 pela “Revista Agulhas Negras”. Particularmente às mais antigas (até a década de 1960) trazem artigos e outras publicações que tratam sobre tradição e modernização da Infantaria. Não disponíveis via internet.

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Arquivo Histórico do Exército: “Noticiário do Exército e revistas “A Defesa Nacional”, “Nação Armada” e “Revista do Exército Brasileiro”. Neles há artigos e outras publicações acerca da Infantaria, sobre os mais variados temas. Não disponíveis via internet.

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Biblioteca do Exército:  revista “A Defesa Nacional”, “Revista do Exército Brasileiro” e “Revista Militar de Ciência e tecnologia". Idem ao anterior. Publicações mais recentes disponíveis via internet.

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Biblioteca Nacionaljornais e outros veículos de comunicação em que constam reportagens atinentes a unidades de Infantaria ou a seus integrantes. Disponíveis via internet.

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  • Documentação diversa do Exército

Biblioteca do Exército:  documentos institucionais, de defesa, relativos a grandes eventos e de interesse científico. Disponíveis via internet.

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  • Memórias 

 

Unidades de Infantaria e escolas militares: há relatos de infantes que participaram da II Guerra Mundial in: “HISTÓRIA oral do Exército na Segunda Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2001”. Podem ser feitas entrevistas a militares de Infantaria, da ativa ou da reserva, sobre assuntos variados como a participação em missões de paz, tradições, espírito da Arma, material empregado, etc.

  • Veículos de combate, fardamentos, armamentos e materiais

 

Centros de preservação de memória: diversas unidades de Infantaria possuem pequenos museus ou salas de exposição de tais objetos. Há importantes acervos no Museu Militar do Comando Militar do Sul (Porto Alegre), Museu Conde de Linhares (Rio de Janeiro), Academia Militar das Agulhas Negras (Resende), e Museu Histórico do Exército/Forte de Copacabana). 

Acesse o Museu Militar do Comando Militar do Sul click AMAN click Forte de Copacabana click 
                

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