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A obra analisa  a evolução da arma de Infantaria do Exército Brasileiro, da Independência até os dias atuais.   

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                                                                                         SINOPSE

    O livro analisa a evolução da arma de Infantaria do Exército Brasileiro, da Independência até os dias atuais.

   Para tanto, aborda transformações ocorridas em elementos doutrinários, a exemplo de estruturas organizacionais; formas de recrutamento e de seleção de pessoal; provisão de armamentos, equipamentos e fardamentos; modos de adestramento da tropa e de formação e aperfeiçoamento de oficiais e praças; e processos de combate adotados e efetivamente empregados.

  Também versa sobre conflitos que puseram à prova o pensamento doutrinário vigente em determinados períodos, expondo seus pontos fortes e fracos.

  Ainda trata do desempenho dos soldados brasileiros, particularmente dos infantes, nas campanhas examinadas.

      Os capítulos da obra comportam etapas sucessivas da evolução da Infantaria.

   Todos foram divididos em duas partes: na primeira, versa-se sobre os elementos doutrinários supracitados; na segunda, aborda-se um conflito em que esses foram postos em evidência.      

      

    O livro compõe-se de sete capítulos, concernentes aos seguintes períodos: fase inicial do Império (1822- 1852), auge do Império (1853-1870), transição do Império para a República (1871-1897), apogeu da “República Velha” (1898-1915), declínio da “República Velha” até meados do “Período Vargas” (1916-1938), participação do Brasil na II Guerra Mundial (1939-1945), e tempos pós-II Guerra Mundial.

      Os conflitos analisados nas fases acima mencionadas são, na ordem, a Guerra contra Oribe e Rosas, a Guerra da Tríplice Aliança, a Guerra de Canudos, a Guerra do Contestado, a “Revolução Constitucionalista”, a Campanha da Força Expedicionária Brasileira e a Guerrilha do Araguaia.

    A pesquisa foi embasada em vasta bibliografia, de renomados pesquisadores; diversas memórias, de proeminentes militares; larga documentação oficial, a exemplo de legislações e relatórios; dentre diversas outras fontes. 

  No estudo constam variados quadros, organogramas e esboços, elaborados com o propósito de destacar, detalhar ou facilitar a compreensão de conteúdos específicos.